Endereços de IP podem acabar em três anos
Para muitos executivos de indústrias, essa é uma notícia alarmante: os endereços de IP, utilizados para identificação de máquinas em redes como a Internet, podem se esgotar em três anos.
A solução, segundo relataram companias de tecnologia no site Network World, seria o uso do IPv6 (a versão 6 do protocolo IP). O IPv4, sistema utilizado atualmente, suporta 4 bilhões de endereços.
Entre as vantagens do uso da nova versão do protocolo, estão o espaço de endereçamento com tamanho de 128 bits, qualidade e maior variedade de serviços, melhor encriptação de dados e a mobilidade, pois através de seu endereço IPv6, o usuário poderia se conectar de qualquer lugar.
No Conferência Mundial do IPv6 em Beijing neste ano, profissionais tratam a situação como uma crise, e não como um evento previsto de mercado, como relatou o site The Inquirer. Isso significaria que a transposição para o IPv6 seria feita de forma apressada, e pouco controlada.
O governo dos Estados Unidos da América determinou que todas as suas agências federais devem suportar o protocolo IPv6 até 2008. Em entrevista, Sandeep Singhal, diretor da rede Windows da Microsoft, disse que companias estão perdendo tempo, pois deveriam estar desenvolvendo softwares para IPv6 desde já.
Fonte: Terra
É … este é realmente um enorme problema para o cenário mundial de TI.
Como sabemos que a estrutura de TI no Brasil é muito ineficaz, acredito que isso só será resolvido quando não tiver outro meio.
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EUA: músicas em rede P2P não violam a lei, diz juiz
Um juiz de Nova York determinou que o ato de disponibilizar arquivos para download em redes P2P não constitui, em si, roubo de copyright. A decisão pode derrubar um dos principais argumentos utilizados pela RIAA, organização que zela pelos interesses das grandes gravadoras, contra indivíduos e redes de troca de arquivos.
O juiz americano Kenneth Karas rejeitou os argumentos da RIAA de que um usuário da rede Kazaa que havia oferecido algumas canções para download teria violado a lei. Caso a instituição queira levar o caso adiante, precisará provar que houve distribuição real das músicas, algo bem mais difícil.
Até o momento, “tornar disponível” era o argumento utilizado pela RIAA para conseguir acordos, que em alguns casos chegavam a cifras absurdas, como US$ 220 mil, segundo noticiou o site The Inquirer.
O site News.com levanta questões interessantes a respeito do argumento, que seria completamente inválido em casos de compartilhamento acidental de dados por mau uso do sistema operacional ou ainda falhas em softwares.
Embora o argumento “tornar disponível” tenha sido negado como prova de que de fato o copyright tenha sido quebrado, “oferecer para distribuição” pode ser considerado o mesmo que distribuir.
A RIAA então terá 30 dias para provar que o acusado fez uma oferta de distribuição do arquivo que tenha resultado na distribuição ou reprodução pública do material.
Fonte: Terra
É … Esta luta das grandes produtoras com os piratas, pelo visto, não vai terminar tão cedo …
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