Novo Windows sai “em algum momento” de 2009, diz Bill Gates

Enviado por Giovanni No dia 5 de abril de 2008 às 3:49

O co-fundador da Microsoft, Bill Gates, disse nesta sexta-feira (4) que espera que a nova versão do sistema operacional Windows, em desenvolvimento sob o codinome Windows 7, seja lançada “em algum momento do ano que vem.”

A gigante do software planeja atualizar com mais regularidade o software de sistema operacional que aciona a maioria dos computadores pessoais do mundo. Mesmo assim, os comentários de Gates sugerem que um sucessor do Vista pode ser lançado mais cedo do que se esperava.

A Microsoft havia afirmado que planejava lançar a nova versão do Windows aproximadamente três anos depois da introdução do Vista, que aconteceu em janeiro de 2007.

Uma porta-voz da empresa disse que os comentários de Gates se enquadram a um ciclo de desenvolvimento que em geral implica em lançamento de versão do software para teste antes do lançamento oficial.

“Estou muito animado com tudo que o programa fará, de muitas maneiras”, disse Gates em um seminário sobre filantropia empresarial realizado durante a reunião do Banco Inter-Americano de Desenvolvimento em Miami.

“Isso acontecerá em algum momento do ano que vem, teremos uma nova versão”, disse Gates em resposta a uma pergunta da platéia.

O bilionário, que deixará suas funções cotidianas na Microsoft e passará a se dedicar aos esforços filantrópicos da Gates Foundation em junho, disse que a empresa planejava, por meio de seu orçamento de pesquisa e desenvolvimento de US$ 6 bilhões ao ano, levar os produtos acionados por seu software “ao próximo patamar.”

Ele disse que novas versões do Windows ajudariam a revolucionar os celulares e a acionar as futuras mesas de trabalho, equipadas com uma superfície de toque e tela que permitiriam aos usuários usar as mãos para obter acesso a itens.

Fonte: G1

Com certeza este deverá ser um grande lançamento.

Se o Windows Vista já traz inúmeras inovações, vamos aguardar o Windows 7, que com certeza deverá vir recheado de surpresas.

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Governo britânico quer banir pedófilos das redes sociais

Enviado por Giovanni No dia 5 de abril de 2008 às 3:29

O governo britânico anunciou nesta sexta (4) medidas para evitar que pedófilos condenados utilizem redes sociais na internet, como MySpace e Facebook. O objetivo é evitar que essas pessoas usem as comunidades da rede para transformar crianças em vítimas de abuso.

Para isso, o governo planeja forçar os criminosos a informar à polícia todos seus endereços de e-mail para, depois, pedir aos sites que bloqueiem o acesso vindos desses e-mails, diz Jacqui Smith, a ministra do Interior britânica.

“Estamos mudando as leis… então teremos mais controle sobre a forma como os condenados por crimes sexuais poderão usar a internet”, diz Smith.

Segundo a lei prevista, um criminoso condenado por abuso sexual que utilizar um e-mail não cadastrado na polícia pode enfrentar até cinco anos de prisão, segundo um porta-voz no Ministério do Interior britânico.

Obstáculos à vista
Mas o governo reconhece que ainda precisa aprofundar os detalhes. A proposta enfrenta vários obstáculos, principalmente porque qualquer pessoa pode criar, instantaneamente, um novo endereço de e-mail e um novo cadastro em redes sociais como Facebook, Orkut e MySpace.

Além da nova proposta, a polícia britânica já tem outros meios para monitorar o comportamento de molestadores sexuais na internet, incluindo mandados de busca para revistar casas de pedófilos condenados.

Segundo o Ministério do Interior, a nova legislação deve ser apresentada ao parlamento britânico até o final de 2008 e deve enquadrar mais de 30 mil molestadores sexuais registrados pelas autoridades.

Fonte: G1

Vamos ver se esta é uma lei que realmente vai funcionar …

Acredito que todas as tentativas de banir estes monstros são válidas.

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Mulheres não precisam mais dos homens nem para reproduzir?

Enviado por Giovanni No dia 3 de abril de 2008 às 14:30
Mulheres não precisam mais dos homens?

Em janeiro deste ano um grupo de cientistas britânicos da Universidade de Newcastle mostrou como é possível fabricar um espermatozóide a partir de uma célula-tronco adulta feminina (a medula, por exemplo).

Com isso, via inseminação artificial, um casal de lésbicas poderia procriar. Imagine agora se metade das lésbicas optasse por esse método para ter filhos. Ou melhor, filhas: homens têm um par de cromossomos XY e mulheres, XX; a união de dois gametas femininos só pode resultar no nascimento de uma fêmea.

Fizemos as contas para você: em apenas 350 anos, já haveria um desequilíbrio significativo, com dois terços das pessoas no mundo sendo mulheres. “Com o aumento da população feminina, podemos ter o relacionamento entre mulheres como uma regra social mais tranqüila. Cresceria, talvez, o número de lésbicas”, especula Débora Diniz, professora de bioética da UnB.

Para tudo isso fazer sentido, a fertilização in vitro precisa ser uma realidade acessível. Isso já começou a acontecer em alguns lugares. “No Brasil, o tratamento ainda precisa ser pago pelos pacientes, mas na França, por exemplo, ele é coberto pelos planos de saúde”, diz o médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de inseminação artificial que pesquisa a criação de espermatozóides a partir de células-tronco.

Na Inglaterra, onde 1 em cada 100 crianças nasce de inseminação artificial, a procura de casais de lésbicas por esse método cresce mais rapidamente que entre heterossexuais. “É uma procura que os médicos não calculavam acontecer”, afirma a socióloga Martha Ramirez, pesquisadora de Novas Tecnologias Reprodutivas da Universidade Estadual de Londrina, Paraná.

Com o desequilíbrio populacional e uma maioria heterossexual, os homens sobrando iriam se dar bem. “Especulando de novo, a poligamia seria necessária. Talvez a população tivesse que apelar a esse tipo de estratégia”, diz Martha

A superioridade numérica das mulheres significaria também uma humanidade mais sadia, pelo menos no que diz respeito a doenças hereditárias cuja manifestação está relacionada ao cromossomo Y. “Haveria uma redução de doenças graves num primeiro momento, como daltonismo, distrofia muscular ou hemofilia tipo A. Mulheres podem ser portadoras, mas não têm essas doenças”, explica a professora de genética Maria Rita Passos-Bueno, da USP.

Do ponto de vista sociológico, é provável que postos de liderança começassem a ser ocupados por mulheres, refletindo a nova composição populacional. Isso significaria, para começar, governos menos autoritários e belicosos. “Pesquisas apontam que as mulheres gostam mais da colaboração e do consenso do que os homens. Elas têm grande disposição para prevenir e parar conflitos por serem motivadas a proteger os filhos”, afirma a ativista americana Marie Wilson, autora de Closing the Leadership Gap: Add Women, Change Everything (“Acabando com a Diferença na Liderança: Adicione Mulheres, Mude Tudo”, sem tradução para o português).

Fonte: Superinteressante

Fica regsistrado aqui o meu repúdio a este tipo de experiência que em nada contribui para a sobrevivência da nossa espécie. Gostaria de saber o motivo que leva estes desocupados a fazer este tipo de pesquisa ao invés de tentar achar a cura da AIDS, do câncer e tantos outros problemas que nos afligem.

Nunca fui (e talvez nunca seja) a favor de pesquisas com células-tronco, ainda mais quando cientistas resolvem brincar de Deus.

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Google Austrália descobre o futuro da internet

Enviado por Giovanni No dia 31 de março de 2008 às 22:18

Google no Futuro

Sim, é a primeira piada de 1º de abril do Google: uma ferramenta de busca que promete mostrar hoje as notícias e resultados de jogos de futebol de amanhã.

Segundo as informações no site do Google Austrália, basta digitar as palavras-chave no campo de busca e ficar sabendo antes de todo mundo o que vai acontecer amanhã. O serviço é chamado de gDay e funciona com a “revolucionária” tecnologia MATE (sigla em inglês para algo como “Máquina Automatizada de Extrapolação Temporal”).

O Google afirma que ela usa elementos como “conspirações recorrentes, confusos métodos de medição e a previsão do tempo” para traçar um cenário futuro de como será a internet.

O site australiano do Google também traz depoimentos de usuários sobre o serviço inédito. Mas para Sally, de Washington, nada disso é novidade: “Isso é coisa do passado. Já li essa notícia ontem no Google”, diz a “testemunha”.

Fonte: G1

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