Ora carambolas …

Enviado por Giovanni No dia 26 de abril de 2008 às 3:21

Eu estava aqui, de madrugada, sem nada para fazer, quando, de repente, vejo uma matéria que me chamou a atenção e achei interessante divulgar.

Foi descoberto que a carambola (sim, aquela frutinha sem graça) pode até matar. Isso mesmo, matar.

Caso uma pessoa com insuficiência renal ingira a fruta, seu suco, ou doce, corre o risco de ter soluços, convulsões, e até mesmo, morrer.

A carambola, segundo cientistas, possui um repelente natural contra insetos e que pode causar sérios danos à saúde humana.

Bem, graças a Deus eu não tenho insuficiência renal, mas com certeza, já não irei mais comer carambolas …

Ora, carambolas, nem as carambolas escaparam desta vez …

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Câmara aprova anistia para registro de armas no país

Enviado por Giovanni No dia 22 de abril de 2008 às 22:33

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (21), uma Medida Provisória (MP) que concede anistia geral para quem tem arma sem registro. Pelo texto alterado pelo relator, deputado Tadeu Filipelli (PMDB), qualquer pessoa vai poder registrar uma arma, sem pagar nada, nem apresentar nenhuma certidão – ao contrário do que estabelecia o estatuto. A medida vale até 31 de dezembro deste ano.

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Tremor de terra atingiu 5,2 graus em São Paulo

Enviado por Giovanni No dia 22 de abril de 2008 às 22:07

Um tremor de terra de 5,2 graus na escala Richter foi sentido no final da noite desta terça-feira (22) em São Paulo. De acordo com, o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UNB) o tremor ocorreu a 270 km de São Paulo, ocorreu às 21h e durou cerca de cinco segundos. O epicentro foi localizado no Oceano Atlântico.

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Falta d’Água – Parte III

Enviado por Giovanni No dia 17 de abril de 2008 às 21:33

E já são 21:35 e nada ainda da água voltar …

Por volta das 16h de hoje (dia 17/04), a água nos fez uma visitinha rápida, indo logo embora (novamente).

E nada da EMBASA atender aos telefonemas … Até o site deles, no local para contato, está “fora do ar”, como dizem eles …

E o engraçado é que a imprensa nada diz a respeito …

Estamos prestes a completar 48h sem abastecimento de água. E o pior: não é apenas uma casa, e sim diversos bairros.

Eu não entendo aonde é que está a imprensa oficial que nada fala sobre o assunto … E esse serviço, que tinha previsão de término às 8h da manhã de ontem (dia 16/04).

Agora há pouco, por volta das 21:25 consegui, enfim, falar com um atendente da EMBASA e o mesmo me informou que a previsão de normalização é ainda “hoje à noite”. O mesmo informa que não pode nem mesmo abrir reclamação, pois o problema está sendo “avisado” à população.

Que tipo de aviso seria esse? O meu blog? Não vejo mais nenhum outro local falar sobre o assunto, nem mesmo no site oficial da empresa.

Mais uma vez, vamos aguardar e torcer para que a água volte logo.

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Mulheres não precisam mais dos homens nem para reproduzir?

Enviado por Giovanni No dia 3 de abril de 2008 às 14:30
Mulheres não precisam mais dos homens?

Em janeiro deste ano um grupo de cientistas britânicos da Universidade de Newcastle mostrou como é possível fabricar um espermatozóide a partir de uma célula-tronco adulta feminina (a medula, por exemplo).

Com isso, via inseminação artificial, um casal de lésbicas poderia procriar. Imagine agora se metade das lésbicas optasse por esse método para ter filhos. Ou melhor, filhas: homens têm um par de cromossomos XY e mulheres, XX; a união de dois gametas femininos só pode resultar no nascimento de uma fêmea.

Fizemos as contas para você: em apenas 350 anos, já haveria um desequilíbrio significativo, com dois terços das pessoas no mundo sendo mulheres. “Com o aumento da população feminina, podemos ter o relacionamento entre mulheres como uma regra social mais tranqüila. Cresceria, talvez, o número de lésbicas”, especula Débora Diniz, professora de bioética da UnB.

Para tudo isso fazer sentido, a fertilização in vitro precisa ser uma realidade acessível. Isso já começou a acontecer em alguns lugares. “No Brasil, o tratamento ainda precisa ser pago pelos pacientes, mas na França, por exemplo, ele é coberto pelos planos de saúde”, diz o médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de inseminação artificial que pesquisa a criação de espermatozóides a partir de células-tronco.

Na Inglaterra, onde 1 em cada 100 crianças nasce de inseminação artificial, a procura de casais de lésbicas por esse método cresce mais rapidamente que entre heterossexuais. “É uma procura que os médicos não calculavam acontecer”, afirma a socióloga Martha Ramirez, pesquisadora de Novas Tecnologias Reprodutivas da Universidade Estadual de Londrina, Paraná.

Com o desequilíbrio populacional e uma maioria heterossexual, os homens sobrando iriam se dar bem. “Especulando de novo, a poligamia seria necessária. Talvez a população tivesse que apelar a esse tipo de estratégia”, diz Martha

A superioridade numérica das mulheres significaria também uma humanidade mais sadia, pelo menos no que diz respeito a doenças hereditárias cuja manifestação está relacionada ao cromossomo Y. “Haveria uma redução de doenças graves num primeiro momento, como daltonismo, distrofia muscular ou hemofilia tipo A. Mulheres podem ser portadoras, mas não têm essas doenças”, explica a professora de genética Maria Rita Passos-Bueno, da USP.

Do ponto de vista sociológico, é provável que postos de liderança começassem a ser ocupados por mulheres, refletindo a nova composição populacional. Isso significaria, para começar, governos menos autoritários e belicosos. “Pesquisas apontam que as mulheres gostam mais da colaboração e do consenso do que os homens. Elas têm grande disposição para prevenir e parar conflitos por serem motivadas a proteger os filhos”, afirma a ativista americana Marie Wilson, autora de Closing the Leadership Gap: Add Women, Change Everything (“Acabando com a Diferença na Liderança: Adicione Mulheres, Mude Tudo”, sem tradução para o português).

Fonte: Superinteressante

Fica regsistrado aqui o meu repúdio a este tipo de experiência que em nada contribui para a sobrevivência da nossa espécie. Gostaria de saber o motivo que leva estes desocupados a fazer este tipo de pesquisa ao invés de tentar achar a cura da AIDS, do câncer e tantos outros problemas que nos afligem.

Nunca fui (e talvez nunca seja) a favor de pesquisas com células-tronco, ainda mais quando cientistas resolvem brincar de Deus.

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